• Celso Peixoto Soares

A perda dental e suas consequências

Atualizado: 20 de Set de 2019


A perda de um dente permanente, seja qual for o motivo (cárie, trauma dentário, fraturas, doença periodontal, insucesso no tratamento endodôntico, etc.) é um verdadeiro trauma na vida de qualquer paciente, do ponto de vista emocional e físico.

Além da perda da capacidade mastigatória e estética, a não-reposição do(s) dente(s) perdidos podem ocasionar outros problemas que surgem de forma silenciosa agravando a saúde bucal e prejudicando ainda mais a mastigação e tornando as soluções mais complicadas.


Quando perdemos um dente, durante a cicatrização do alvéolo (osso que suporta o dente) ele pode perder volume de forma muitas vezes irreversível, tornando a restauração protética mais difícil.

Se o dente não for reposto logo, pode haver a movimentação dos dentes que estavam em contato com ele, como os vizinhos que tem a tendência de ocupar seu espaço e do dente do arco oposto (antagonista) que pode extruir por não ter mais contato com o dente perdido. Isso pode causar problemas oclusais e exposições radiculares e tornar a higienização dos dentes desalinhados mais difícil ocasionando cáries e/ou problemas periodontais. Com estas movimentações dentárias podem aparecer também diademas (espaços entre os dentes) que passam a reter alimentos e/ou apinhamentos anteriores, prejudicando a estética e a higienização sendo necessário o uso de aparelhos ortodônticos para sua correção.


Como posso evitar tudo isso?



O dentista especialista em implantes dentários pode ajudar desde o momento da extração do dente, utilizando técnicas para preservação do osso alveolar, como a extração atraumática para e técnicas de reparação tecidual como enxertos ossos e/ou gengivais quando necessários.

O dente deve ser reposto de preferência através da instalação de um implante dentário, o mais brevemente possível. Isso também ajuda a manter os tecidos remanescentes dando á prótese sobre implante uma aparência mais natural e evita a movimentação do dentes vizinhos e antagonistas.

A reposição pode muitas vezes ser feita durante a extração dentária, dependendo das condições locais do osso alveolar remanescente se não houver infecções no local da extração.

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